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    Domínio - Um Kitsune em Busca de Liberdade

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    Yoko Nakamura
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    Domínio - Um Kitsune em Busca de Liberdade

    Mensagem  Yoko Nakamura em Qui Abr 07, 2016 3:17 pm

    Tags:
    #original #inu-yasha

    Autoria
    De minha autoria

    Introdução:

    "Tudo começou quando eu era somente uma criança...

    Eu vivia num belo castelo, localizado no Makai (mundo espiritual lar dos Youkais) no território do Norte, onde havia a única área verde de todo o Makai. Neste território, a diversidade de raças eram enorme, porém ainda sim era um território cheio de paz. Ao menos na época de reinado de meu pai.

    O Makai é dividido em quatro territórios principais: o Norte, o Sul, o Leste e o Oeste. Porém, somente os dois territórios maiores, o Norte e o Sul, tinham subterritórios menores, que se estendiam pelos outros dois territórios principais, o Oeste e Leste. Estes eram: Noroeste e Nordeste, Sudeste e Sudoeste. Os outros dois principais territórios tinham um subterritório cada, estes se localizavam no centro do Makai, sendo estes: Centro-Leste e Centro-Oeste. Por cauda dessas divisões, o Makai vive em guerras, pois cada líder quer ter mais domínios e melhores condições de vida.

    O Território do Norte é o melhor pra se viver, com rios, florestas e clima tropical.
    O Território do Sul é o o mais frio, tendo águas congeladas e neve em toda sua extensão.
    O Território do Leste é o local das montanhas rochosas, onde normalmente passaros vivem.
    O Território do Oeste é o local mais escuro, tendo clima quase inabitável onde somente os realmente fortes sobrevivem.

    Todos os líderes são Dai-youkais, sendo o principal requisito para ser um.

    Eu nasci no território mais fácil de se viver. Eu e minha família somos Youkais do tipo raposa, ou seja, Kitsune e eu herdei a força de meu pai, ou seja, sou um Dai-youkai, podendo futuramente me tornar líder deste território.

    Sempre fui um garoto estudioso, que gostava de treinar acima de tudo, e alegre. Até chegar o dia que meu pai encontrou um braço direito. Ele era confiável, tinha boa lábia e planos pro futuro. Mas ele percebeu algo em mim, uma força extraordinária e por causa dela, eu teria que ser mantido preso.

    Ta certo que eu já não tinha muitos amigos, sempre que eu ia brincar acabava machucando alguém... Mas isso não era de mais?

    Vivi toda minha infância longe dos outros, somente um servo tinha permissão pra me ver e cuidar de mim, e não tinham mais contato com ninguém que não fosse meus pais. Eu pensava que esta era a pior época de minha vida, meu pai vivia brigando comigo, eu não parava de estudar e me revoltar e isso acabou se tornando um inferno...

    Quando virei adolescente, comecei a fugir de casa para aproveitar um mundo que eu não conhecia, começar a viver mesmo as escondidas. Isso foi bom? De início foi a melhor coisa. Entrar em brigas, disputas, trapacear, enganar... Tudo era diversão e tudo eu aceitava experimentar. Voltei pra casa algumas vezes machucado, mas quem se importava?

    Conforme fui crescendo, as brincadeiras foram mudando e agora a disputa não era mais uma simples vitória, era também uma noite de puro prazer. Algumas fêmeas da especie gostavam de assistir os machos duelando e após a vitória, elas se deitavam conosco como premio.

    Um dia, onde sempre fazíamos os duelos, eu vi uma garota que a muito tempo não via... E ela estava la e me olhou sorrindo. Quando venci, ela se ofereceu pra ser meu premio e eu aceitei. Ela foi a única amiga que eu pude ver mais tempo que os outros antes de ficar em completo cativeiro. Ela ia la me visitar e agora estava ali na cama comigo. Claro que fizemos algo... Eu ansiava por ela de uma forma que eu não entendia, porém algo que nenhum de nós esperava aconteceu. Nos ultimos instantes antes de terminarmos o que fazíamos, ela disse que me amava e uma fúria violenta se apossou de mim e quando percebi, minha mão estava encharcada de sangue, o cheiro era tão forte que quase me fazia vomitar e a feição dela era de tranquilidade. Eu gritei... Eu urrei... A dor que eu sentia era tanta que era como se eu tivesse transpassado meu próprio peito e não o dela...

    Voltei pra casa em colapso, não havia brilho em meu olhar, somente aquela sombra de morte e assim que entrei em casa, meu servo veio até mim me acudir. Mal consegui falar com ele, somente aceitei o que me falava e acatava tudo, deitando na cama após um banho dado por ele e dormi.

    Anos se passaram e matar, caçar, torturar só faziam cada vez mais parte do meu dia a dia. E eu me arrependia? Não. Já estava tomado pela fera. Todo youkai, até os dai-youkais (principalmente estes) tem um lado fera e um lado racional. Se o youkai fortalece muito o lado da fera, ele é completamente domado pela mesma e deixa de raciocinar como um ser pensante e segue seus instintos fielmente.

    Foi o que aconteceu comigo..."
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    Capítulo 2: Liberdade?

    Mensagem  Yoko Nakamura em Sex Abr 08, 2016 12:39 pm

    Era mais um dia como todos os outros... Porém este era um pouco mais especial, ao menos ainda pra mim. Era meu aniversário e agora eu faria 100 anos. Isso é pouco pra Youkais e sua maturidade so começa depois dos 100. Agora eu podia dizer que era um homem e aqueles que me conheciam me temiam como um alfa, embora fosse tudo provado por força.

    Leves batidas na porta chamaram minha atenção enquanto me trocava, colocando um Kimono refinado como meu gosto. Ele era negro, seu fechamento era diagonal que ia do meio do meu pescoço ao meu quadril, uma larga faixa dourada ficava amarrada em minha cintura e seu caimento nas pernas era rasgado em dois, um na parte da frente e outro na parte de trás. Um tecido fino passava sobre os ombros e se prendia na faixa dando um aspecto mais medieval, porém minha calça era justa, ao contrário dos comuns hakamas. Coloquei meu sapato, feito do couro de um youkai dragão, e fui abrir a porta enquanto arrumava meu cabelo, sendo difícil pentea-lo sozinho, pois era comprido e branco brilhoso.

    Assim que abri a porta, vi meu leal servo trazendo meu café da manhã. Ele ainsa era o único que mantia contato comigo além dos meus pais.
    -Está divino, jovem mestre. -omentou ele sorrindo.
    -Humf... -Respondi virando os olhos. -Como se eu quisesse impressionar um mero servo. -Respondi grosso enquanto o via preparar uma mesinha baixa pra eu comer.
    -Sei que tem planos pra hoje, afinal, é seu centésimo aniversário. -Disse sorrindo ainda.
    Sentei no chão de pernas cruzadas enquanto ele se aproximava para arrumar meu cabelo. Comecei a comer, com um pouco de indiferença embora fosse uma das minhas comidas favorita. Assim que ele acaboi de arrumar meu cabelo num coque preso com um adorno de ouro, deixando a metade de baixo do meu cabelo solto.
    -Pronto, jovem meste. -Afirmou enquanto se sentava ao lado observando se eu precisava de mais algo. Não liguei pra ele, se quer sua existência era importante.
    Terminei de comer o arroz e depois o peixe assado e bebi o chá por ultimo, me levantando em seguida.
    -Vou ver meu pai. -Foi minhas ultimas palavras antes de sair do quarto deixando o servo falando "mas" sozinho.

    Segui os corredores dos quartos até chegar numa escadaria que ia pra cima. Tudo era iluminado por candelabros e algumas janelas abertas. Tudo era feito de pedra e madeira, sendo um dos castelos mais bem estruturados, porém não o mais resistente. A escada era toda de madeira e de forma simples e assim que cheguei la em cima, somente um comodo existia. Era a sala de meu pai.
    Bati algumas vezes ate ele permitir que eu entrasse, e assim que escutei tal permissão, adentrei no local. Meu pai era diferente de mim, ele era moreno do sol, seus cabelos eram dourados seus olhos de mesmo tom e seu rosto afinado. Sua voz era potente e dava a impressão de liderança nata. Ele se vestia ricamente, com um kimono sem mangas, mostrando seu porte físico forte e um hakama de cor neutra.
    -O que faz aqui?- Ele perguntou como sempre de forma brava.
    -Vim falar com você. -Respondi completamente sem o devido respeito e indiferente.
    -Olha o respeito! Eu sou seu pai e líder do território onde vive. -Respondeu irritadiço com meu comportamento. Além disso, ele parecia saber de algo e me olhava analiticamente. -Você andou matando de novo. Sabe que esta proibido e embora seja meu filho, este territorio ainda é meu. Não permito que desobedeça mais uma ordem! -Disse alterado.
    -Ou fará oque? Já me mantém em cativeiro por cem anos! Fará mais oque?!! -Gritei irritado com aquela imposição toda. Sentia como se uma forte energia circulasse ao meus redor, era meu animal implorando por luta e sangue, mas ainda sim me segurava?
    -Isso vai acabar hoje! Você foi muito mimado e sua avó sempre me repreendeu por isso! -Disse batendo com a mão na mesa e se lavantando.

    Acabamos por nos atracar ferozmente no meio da sala dele e conforme nos batíamos, quebrávamos as coisas ao redor e fazíamos barulho. Logo alguns espectadores apareceram e preocupados tentavam nos fazer parar, sem sucesso e acabaram se machucando. Minha mãe observava tudo sem interferir, mas em seu olhar tinha uma certeza... De que um dia aquilo aconteceria.

    Eu estava louco de raiva e quanto mais aquela batalha se fazia demorada, mais minha raiva aumentava e isso acabou por me fazendo transformar numa raposa branca gigante. A ponta de minha cauda era vermelha e meus dentes a mostra em completa loucura. Pelo tamanho, acabei por destruir uma parte da parede da sala e altei pro ladp de fora que tinha mais espaço. Meu pai não ficou pra trás e se transformou também, só que ele virou uma raposa dourada de nove caudas. Ele era um tanto maior que eu, mas nem por isso me senti acuado e avancei.

    Esta luta acabou se tornando mais devastadora e horrivel ainda, afinal patadas e mordidas eram os principais meios de ataque. Em um surto de força, aqueles que eu sempre tive e me faziam machucar os outros, acertei meu pai no peito, acertando sua joia, a Hoshi no Tama ou joia da alma. Ele caiu sem forças no chão, completamente atordoado e uma ultima mordida em seu pescoço o fez parar de agonizar. Depois disso, voltei a minha forma humana e estava encharcado com seu sangue e minha mãe agora fora do castelo me olhava com lágrimas nos olhos, porém eles estavam com um brilho diferente. Ela tinha cabelos iguais ao meu, porém sua franja era grande e estava solta, diferente do restante que estava preso num rabo de cavalo alto. Vestia um yukata branco com pétalas de rosa. Seus labios eram bem vermelhos e seus olhos azuis. Ela avançou contra mim, e eu contra ela, rapidamente lhe perfurando no peito também e a soltando no chão. Agora iria terminar com isso...

    Voltei para o castelo e andei lentamente até o quarto de meu irmão menor. Ele tinha 5 anos e era bem parecido com meu pai. Seus cabelos eram dourados, mas seus olhos eram azuis. Ele vestia um tipico kimono infantil e saía do quarto pra me olhar curiosamente. Nos vimos bem pouco e talvez ele se quer lembrasse de mim. Mas ao contrário de mim, ele era amado por todos e aquilo me enraivecia mais. Me aproximei dele e quando finalmente ele sentiu o cheiro do sangue de nossos pais em mim, ele tentou correr, mas eu ja estava perto e o peguei pelo colarinho.
    -Nii-san... -Murmurou sem ar enquanto eu o apertava pelo pescoço.
    -Que bom que se lembra de mim. Assim sabe quem matou nossa família. -Falei enquanto com a outra mão perfurava seu peito também.

    Agora que todos estavam mortos... Somente os servos me olhavam e aos poucos se abaixavam em reverencia, me reconhecendo como lider. Eu me sentia livre.
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    Capítulo 3: Reinado

    Mensagem  Yoko Nakamura em Seg Abr 11, 2016 11:49 am

    Após eu matar meus pais e meu irmão, o medo fez com que todos dos domínios do norte me respeitassem como líder. Estava livre finalmente para viver e fazer o que eu queria, sem ter que ficar trancafiado num quarto pelo resto de minha vida. Eu podia ir para a casa da luz vermelha (bordel) beber e me divertir com as garotas, eu podia ir pra qualquer lugar e matar quem eu quisesse matar. Sem mais ter permissões de meu pai, ou as reclamações de minha mãe.

    Visitava frequentemente os vilarejos e os que não me reconheciam eu simplesmente os destruia como se fossem merdas. Além disso também ia me divertir no ningenkai (mundo humano), matando alguns deles con requintes de crueldade. Principalmente se eram sacerdotes... Odiava eles...

    Numa dessas minhas jornadas pelo ningenkai, vi uma garota fascinante... Era humana, mas algo nela me chamou atenção. Não sabia o que poderia ser, mas a sequestrei para que vivesse ao meu lado, satisfizesse meus desejos e fosse minha fêmea. Mas com uma humana? Por que não com uma kitsune? Não me interessei por mais nenhuma delas depois daquele incidente com minha amiga... Amiga? Não sei o que ela era pra mim...

    Enfim, trouxe essa garota comigo pro makai e a prendi nos calabouços do meu castelo. Ela estava desacordada e por isso a deixei descançar sozinha com alguns guardas tomando conta dela e fui pro meu quarto. Já era de tarde e deitei no futon descansando. Acordei algum tempo depois com batidas na porta... Após deixar entrar, vi um dos servos ali agachado.

    -O que quer? -Perguntei irritado por ter atrapalhado meu sono.
    -V-vim perguntar s-se... O Senhor g-go-gostaria de algo... -Respondeu-me gaguejando e sorri maldoso.
    -Preciso de muitas coisas... -Falei sussurrando sinistramente enquanto desamarrava a faixa que prendia minhas calsas. -Eu quero um chá... Se demorar muito será severamente punido. -Afirmei de forma que desse pra ele entender qual seria sua punição.
    -S-sim senhor!! -Afirmou desesperado enquanto saia de meu quarto as pressas. Voltei a me sentar sorrindo enquanto observava o teto na espera do tal chá. -Acho que depois vou passar na jaula da humana... -Murmurei pra mim mesmo pensando alto.

    Depois de um tempo, o tal servo voltou com o chá e o colocou na minha frente.
    -Fiz o mais rápido que pude Senhor! -Disse apressadamente.
    -Ótimo trabalho... -Murmurei pegando o chá e o bebendo, degustando aquilo. Era a segunda coisa que eu mais gostava depois de sake.
    -O-Obrigado Senhor... -Respondeu em reverência.
    -Não o elogiei. -Respondi irritado o olhando fixa e penetrantemente.
    -D-desculpa. -Fez rapidamente algumas reverencias, batendo a testa no chão e saiu do quarto.

    Assim que terminei o chá, deixei o mesmo em cima da mesinha no chão e me levantei sem me preocupar em levar na cozinha. Tinha servos pra tal e deveriam fazer isso antes de eu voltar. Saí do quarto e passei por todo o corredor, descendo a grande escada do salão de entrada e virando para baixo da mesma, onde tinha uma porta escondida. Ao abri-la, outra escada para baixo, esta de madeira simples e desci rapidamente.

    Aos poucos a escuridão foi tomando conta do local, porém minha visão privilegiada me permitia ver ali e continuei seguindo pela parede de pedras. Tudo ali era de pedras e pedregulhos, desde o chão ao teto. Após andar mais um pouco, outra porta de madeira e em seguida, uma area onde havia varias prisões. Em uma delas, a garota a qual havia sequestrado do ningenkai. Ela estava acordada e tentava um diálogo com os guardas, que estavam imóveis.
    -Por favor me digam algo! Onde estou?! Por que estou aqui? -Perguntava em voz alta e doce, embora aflita.
    -Você esta no meu castelo prisioneira. -Falei enquanto me aproximava.
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    Capítulo 4: Prisioneira

    Mensagem  Yoko Nakamura em Seg Abr 11, 2016 1:16 pm

    Ela me olhava insegura ou sem entender o que realmente acontecia ali.
    -Senhor! -Fizeram continência e permaneceram na postura de sentido.
    -Podem relaxar... -Voltei a olhar para a garota. -Você é minha prisioneira. -Falei direto o que acontecia e ela pareceu chocada.
    -Prisioneira? Mas por que?! Não trnho dinheiro! Minha família é pobre! Não ganhará nada me mantendo aqui... -Disse desesperada pra mim.
    -E você acha que eu preciso de dinheiro? -Perguntei. -Achei você muito bela, mais bela que muitas youkais que ja vi... -Respondi num murmúrio rouco e coloquei a mão por entre as grades pegando em seu queixo cpm força e a trazendo pra mais perto. -Eu quero seu corpo pra mim. -Respondeu a pergunta da garota que começou a suar frio e arregalou os olhos.
    -N-não... Por favor... -Murmurou chorosa enquanto me olhava fixamente com os olhos marejados.
    Soltei seu queixo e ela rapidamente foi pra trás, se escorando na parede. Peguei a chave da jaula, abri lentamente só observando seu desespero e a abri.
    -Não por favor!!!- Gritou em desespero tentando fugir de mim e agarrei ela pelo yukata e a puxando pra mim, rasgando uma parte de sua roupa.
    -Prometo que vai gostar e ansiar a cada dia pelos meus toques. -Afirmei enquanto a segurava firme, num abraço dominante. -Sente como me deixa?-Perguntei dando uma leve encochada em sua bunda.

    Ela ainda se debatia, mas nada que fosse machucá-lo e a tirou de dentro da cela, levando para seu quarto. Os guardas permaneceram onde estavam e de certa forma excitados com aquilo também.

    Assim que chegamos no destino, a empurrei pra longe e ela deunum pequeno tropeço no futon, caindo em cima do mesmo. Chorava de maneira compulsiva e assustada, eu ouvia seu coração bater a mil e o cheiro salgado de suas lágrimas. Fechei a porta atras de mim e a olhei de forma devoradora enquanto terminava de retirar a faixa, fazendo uma boa parte de minhas vestime tas cair no chão. Ela ficou boquiaberta e sorri malicioso.
    -Gosta do que vê? -Perguntei rouco e mais louco ao ver ela me analisar e se assustar quando me ouviu.
    -Me deixe voltar pra casa... Por favor...- Pedia aquilo ainda...

    +18:
    Agarrei seus braços na fúria e abri seu yukata com um puxão forte, rasgando algumas partes e a fazendo gritar. Tapei sua boca enquanto a fazia deitar, mesmo com ela se debatendo e a imprensei com meu corpo. Cheguei perto de seu ouvido e murmurei.
    -Será menos doloroso se aceitar e parar de se debater. -Disse esperando que aquele aviso fosse ouvido, e realmente foi. Ela parou, desistindo, já que sua força era inútil. -Muito bem... -Falei enquanto beijava seu pescoço varias vezes num carinho estranho. Dei algumas mordiscadas a sentindo tremer e fui descendo com os lábios em busca de mais. Cheguei em seus seios, seus mamilos estavam durinhos e brinquei com minha língua neles sem pudor. Ela soltava alguns suspiros, se entregando ao prazer que aqueles toques lhe dava, aceitando o que eu fazia ali. Seus seios eram médios e firmes, me fazendo dar chupões e algumas mordiscadas.

    Desci um pouco mais, dando beijos em sua barriga lisa e macia, chegando finalmente em sua intimidade. Sentia o cheiro forte e doce que ela emanava e aquilo me excitou muito mais, quase insuportável. Abri suas pernas para que passassem por cima de meus ombros e com minha cabeça no meio, a olhei de perto. Toda molhada... Seu clitóris latejava e estava mais chamativo. Passei primeiro a língua, ouvindo um gemido alto como resposta e depois abocanhei aquela pequena carne, dando chupadas e passando minha língua com mais força. Seu gosto era doce e viciante, seus gemidos me faziam continuar com aquele ato e suas mãos timidamente foram em minha cabeça, apertando meu cabelo e me puxando pra mais perto. Parei de dar atenção ao clitóris e passei a língua sobre sua entrada para depois enviá-la. Seu corpo teve um leve colapso, se ergendo levemente para depois voltar pra baixo. Estava ficando louco de tesão e por isso parei o que fazia para lhe dar finalmente o que eu queria.

    Voltei pra cima, fazendo suas pernas me acompanharem ainda sobre meus ombros e encostei meu membro em sua entrada, esfregando um pouco para lubrifica-la, ja que ele estava molhado de tanta excitação. Comecei a forçar um pouco a entrada dela, sentindo sua resistência e a ouvindo dar baixos gemidos de dor. Ela estava com os olhos bem fechados e quando finalmente senti a cabeça de meu membro entrar, gemi de prazer ocultando seu grito de dor. Não me contive depois disso e continuei a entrar nela até sentir o limite dela bater.
    -Que... Grande... E... Grosso... Ai... -Murmurava baixo de forma dolorida.
    -Pensei que eu não fosse caber todo... Mas você é bem gulosa. -Comentei malicioso enquanto sentia o cheiro de sangue. -Acho que tirei sua virgindade... -Falei sorrindo enquanto começava a me mover lentamente, sentindo seu interior me comprimir, me fazendo gemer alto. -Como consegue... -Murmurei enquanto ela estava de olhos fechados respirando fundo.

    Meus movimentos começaram a ficar mais fundos e rápidos, batendo varias vezes no fundo dela a fazendo gritar de prazer. Seus seios balançavam pra cima e pra baixo enquanto meu corpo batia contra o dela, fazendo o tipico barulho de sexo.
    -Como é gostosa...- Comentei enquanto enfiava mais e mais forte e fundo, meu corpo chegou a tremer e logo me enfiei o máximo que dava pra gozar, urrando em seguida.
    -aaaahhhh... To gozando... To gozando... -Gritou enquanto sentia meu semen preenchê-la de tal forma que até mesmo vazou.
    -Nossa... Nunca gozei dessa forma... -Comentei enquanto saia de dentro dela e me deitava ao seu lado respirando pesado. Quando olhei pra ela, estava dormindo.
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    Capítulo 5: Invasão

    Mensagem  Yoko Nakamura em Seg Abr 11, 2016 1:44 pm

    Acabei por dormir também após aquele ato maravilhoso com ela. A abracei na segurança que ela não fugisse enquanto estivesse dormindo e so acordei quando senti algo.

    Era um cheiro estranho e sufocante... Parecia queimado... E assim que a porta de meu quarto se abriu brutalmente, acordei no impulso e levei ela comigo, a acordando também.
    -Desculpe Senhor! Mas estamos sendo atacados e ja perdemos uma boa parte dos soldados! -Afirmou desesperado enquanto olhava pra nós.
    Levantei rapidamemte recolocando minha roupa e fui ate meu armário pegando um yukata de minha mãe e dando a ela.
    -Vista isso e vamos! -Falei enquanto esperava ela se trocar.

    Assim que ela terminou, a peguei pelo pulso e antes que passássemos pela porta, peguei minha arma. Uma grande montante em forma de Katana. O soldado foi na frente, o castelo estava em chamas e eu tinha que tirá-la de la. Ela tossia por causa da fumaça, e poderia ser letal a ela. Antes que saíssemos do corredor dos quartos, um tremor fez ela cair no chão e um buraco surgiu debaixo de nossos pés. Antes que algo acontecesse, pulei com ela pro outro lado enquanto um youkai grande surgia do chão tentando nos engolir com uma grande boca em sua barriga gorda.

    Pousei a garota no chão e olhei irritado pra ele, apontando minha arma.
    -Quem é você? -Perguntei e quanto me preparava pra uma luta.
    -Gehehehehehe... Então é verdade que o raposinho tem uma bela humana de pet... -Disse com sua voz metalica e grossa.
    -E quem lhe disse isso?! -Perguntei mais irritado, porém em alerta.
    -Alguém ai... Que é muito interessado em você. -Respondeu sorrindo. Ele era um dai-youkai oni (demonio) e sua forma grotesca era assustadora. Sua pele era escura num tom esverdeado, tinha uma enorme boca em sua barriga e em sua cabeça vários chifres.
    -Interessado em mim? Não sei de nada! Quem é você?! Responda logo!! -Gritei enquanto me afastava um pouco da garota.
    -Ele te conhece muito bem... Sou Toguro. -Se apresentou e arregalei meus olhos. Toguro não era um líder de territorio? Estava muito mais estranho do que eu pensava. -Ainda vai querer me enfrentar, mesmo sabendo quem sou? -Perguntou confiante de mais e me irritei.
    -Posso ser novo, mas ainda sou um Dai-youkai! -Falei enquanto avançava rapidamente contra ele e com um corte consegui feri-lo gravemente na barriga.
    -Como... ? -Parecia surpreso e começou a brilhar.
    -Não vai fugir!!! -Gritei avançando novamente, mas seu brilho ficou tão forte que me ceguei e parei de andar, colocando a mão nos olhos para tampar.
    -Ele virá atras de você... Não se preocupe. -Disse sua voz ecoando pelo corredor, mas não o via mais, muito menos sentia sua presença.

    Guardei minha espada enquanto voltava minha atenção para a garota, que tremia de medo. Fui até ela e a peguei pelo pulso, a puxando pra sairmos de la antes que o teto caisse sobre nossas cabeças. Ele havia feito uma barreira no buraco no chão,  acabando por ficar um meio de entrada de inimigos.
    -Aqui não é seguro... -Falei enquanto a levava pelos corredores, porém, algo me chamou a atenção e olhei pro chão. Era um colar brilhoso e tinha uma caixinha para abrir. Movido pela curiosidade eu o abri e me vi refletido num espelho pequeno. -Que ridículo... -Falei enquanto voltava a andar dando pra ela tal objeto.
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    Capítulo 6: Mapa

    Mensagem  Yoko Nakamura em Seg Abr 11, 2016 4:51 pm

    Conforme chegávamos próximos da porta do escritório de meu pai, eu via que o fogo não havia chego ali. Os servos haviam feito um ótimo trabalho mesmo sem querer admitir. Assim que entrei, comecei a procurar pelos documentos de meu pai até que ouso alguém bater na porta e me assusto botando as mãos pra cima. Quando vejo era somente mais um servo e volto a procurar.
    - O que quer? -Perguntei irritado.
    - Ah... Eu poderia ajuda-lo a saber onde esta o que procura. -Disse numa reverência profunda.
    Olhei pro servo com olhar mortal e analisei os fatos. Aquele que estava parado na minha frente era o servo leal de meu pai... Devia saber onde estava.
    - Eu quero saber dos documentos que tem escrito todos os nomes dos territorios e o nome dos líderes. -Falei esperando uma manifestação do servo e ele ficou pensativo.
    - Está guardado num livro falso na terceira prateleira daquele armário. -Disse apontando pra uma estante cheia de livros.
    Fui pra lá rapidamente e passei a mão sobre a terceira fileira, sentindo algo estranho num dos livros e peguei o mesmo, abrindo-o e vendo ser realmente falso. Lá, um papel amarelado e maltratado pelo tempo estava perfeitamente dobrado. Peguei com cuidado e o abri em cima da mesa.
    Abri ele com cuidado, e nele tinha o mapa de todo o Makai, escrito em nossa lingua mais antiga. Todos os reinos estavam demarcados ali, e os nomes de cada território e de seus líderes.
    - Mas esse mapa não está desatualizado? -Perguntei pro servo vendo o nome de meu pai ainda ali no meu território.
    - Está certo senhor. Este mapa é magico, ele muda assim que um novo líder é proclamado. -Respondeu sorrindo tensamente.
    - Então por que meu nome não está ali? -Perguntei irritado e batendo com a mão na mesa.
    - Porque o jovem mestre não foi proclamado rei... Você só matou seu pai, mas ninguém lhe passou o título. -Respondeu e me sentei ao entender tudo.
    - Certo... Independente disso meu problema é com Toguro. -Falei olhando pro mapa e procurando seu nome. Achei ele nas terras do oeste e sorri maldozamente. - Ja sei pra onde vamos.
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    Capítulo 7: Viajando pro Oeste!

    Mensagem  Yoko Nakamura em Qui Maio 19, 2016 12:16 pm

    Peguei o mapa, guardei escondido dentro de minha armadura e peguei na mão da humana, a levando comigo pela porta.
    - Senhor isso é suicídio! Vai sozinho? -Perguntou preocupado.
    - Não sou o líder daqui. Não tem pra que eu levar os soldados. -Respondi olhando pra baixo. - Diga pra eles protegerem o castelo.
    Com isso dito, sai da sala de meu pai junto com a garota e o servo so ficou em reverência profunda. Ele era um tanuki, mas foi leal ao meu pai e a mim da mesma forma. Sai pela porta principal do castelo, com a garota sendo fortemente segura por mim e comecei a andar. Muitos mortos... Muitas perdas. Cerrei os dentes. Ele me pagaria por aquilo, e quem estivesse por tras também.
    - Esta com raiva?- Perguntou a garota pra mim.
    - Isso não é óbvio? -Retruquei enquanto andava rapidamente.
    - Está machucando... -Disse de forma dolorida r soltei sua mão. Ela massageou o lugar estando um tanto vermelho e olhei pra frente sem me desculpar.
    - Não vou ficar parando sempre que quiser. -Falei irritado ao vê-la respirar rapidamente.

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    Re: Domínio - Um Kitsune em Busca de Liberdade

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      Data/hora atual: Seg Jun 26, 2017 7:32 pm